Nenhum Caminho Será Longo

Para uma teologia da amizade


Nenhum Caminho Será Longo

Nenhum Caminho Será Longo

Para uma teologia da amizade
  • Encadernação: Capa Mole
  • Edição: 8
  • Ano: 2012
  • Editora: Paulinas
  • ISBN: 978-989-673-260-8
  • Código de barras: 5603658156843
  • Páginas: 256
  • Peso (gr.): 380
  • Formato (cm.): 15,5 x 23,3 x 2,1
  • Autor/es:

PREÇO

15,30
Disponível  


Sinopse

«A amizade é uma experiência universal e representa, para cada pessoa, um percurso inapagável de humanização e de esperança. Contudo, precisamos de uma sabedoria, e também de uma sabedoria espiritual, que nos permita vivê-la mais plenamente» (do «Umbral»).
«Este livro de José Tolentino Mendonça nomeia o significado profundo da amizade e, ao mesmo tempo, o seu segredo, a serena aceitação dos limites… O autor explora este tema com um raro conjunto de referências, uma imersão profunda na Palavra de Deus, associada também a uma penetrante compreensão das raízes clássicas da nossa civilização, uma sensibilidade para a poesia, infelizmente tão ausente na teologia, e intuições profundas que serão certamente acolhidas com interesse também por outras culturas. Este é um livro que revela um profundo respeito pelo outro, um livro para ser saboreado» (Timothy Radcliffe).

Em 7.ª edição, Nenhum caminho será longo, depois de, internamente, ter merecido o destaque de «TOP de vendas», passou também a fazer parte das opções editoriais, no estrangeiro, com edições em Itália, Espanha, República Checa, América do Norte, Brasil e todos os países da América Latina.









Críticas de Imprensa:
“A delicadeza com que José Tolentino Mendonça nos convoca para pensar a amizade é tocante. Avançamos sobre o tema numa espécie de voo em balão de ar quente; a sensação de vermos de cima, sim, mas a passo tranquilo – sem qualquer ruído perturbador.”
Gonçalo M. Tavares, Escritor

“Fascinante e profunda reflexão sobre os caminhos da amizade... Um périplo de leitura com todas as marcas de uma grande e verdadeira viagem espiritual.”
Frederico Lourenço, Escritor

“Em Nenhum Caminho será Longo, somos surpreendidos por uma proposta inspirada que só uma pessoa com a grandeza de José Tolentino de Mendonça nos poderia oferecer.”
Joana Carneiro, Maestrina

“As palavras de José Tolentino Mendonça são uma revelação.”
Martim Avillez Figueiredo, Jornalista

«Este é um livro que revela um profundo respeito pelo outro, um livro para ser saboreado»
Timothy Radcliffe

«Mas Portugal tem outro fator de diferenciação: as pessoas. E associado às mesmas, destaca-se a amizade. Tema da última obra do padre, ensaísta e poeta José Tolentino Mendonça. Em “Nenhum caminho será longo” (Paulinas), obra que beija a amizade com um abraço, Tolentino fala sobre essa dádiva que, ao contrário do Produto Interno Bruto (PIB), não é quantificável. E em boa hora.»
Mafalda Avelar, in Diário Económico

«No momento de desagregação e de falta de esperança que a sociedade portuguesa atravessa é necessária uma reflexão sobre a amizade. A proposta é do padre Tolentino Mendonça no seu novo livro intitulado "Nenhum caminho será longo".
Numa altura em que diz que falta esperança ao discurso político, o futuro vice-reitor da Universidade Católica considera que as relações de amizade ajudam a dar sentido à vida.»
Maria João Costa, in Rádio Renascença

«José Tolentino Mendonça é um criador na substância e na forma
não separando uma da outra e a meu ver é sempre culto, é sempre poeta e sempre padre.»
Marcelo Rebelo de Sousa, in lançamento Fnac Chiado

«Em momentos de crise muitas pessoas estão a sentir-se sozinhas e o Padre José Tolentino Mendonça, um dos grandes poetas portugueses da atualidade, escreve um livro que é baseado num provérbio japonês, “nenhum caminho será longo se for feito ao lado do teu amigo”. Os cristãos sabem bem o que é isso, pois têm um amigo permanente na pessoa de Cristo»...
Graça Franco, in Rádio Renascença

«…é uma companhia notável de releitura do evangelho cristão, raríssima entre nós com esta amplitude, com esta gramática, com uma singular capacidade de mobilizar tanto a inteligência como a comoção pura. Para um católico, este livro é uma espécie de ‘Leal Conselheiro’, pura auto-ajuda religiosa no sentido pleno e feliz da palavra, recolocando a amizade no centro da terra árida que é o nosso tempo, falando do silêncio, da imperfeição, do humor, da alegria, da vulnerabilidade, da hospitalidade, da felicidade: "A conquista de um ritmo humano para a vida não acontece de repente, nem avança com receitas de quatro tostões. Precisamos de aprender a planificar com sabedoria o dia a dia." É um livro para ser seguido – que assinala a perplexidade diante das coisas maravilhosas. É muito raro isso acontecer.»
Francisco José Viegas, in Correio da Manhã

«José Tolentino Mendonça. O Padre Tolentino pode parecer em muito o oposto de John Piper. Não por ser obscuro ou ilógico, que não é, mas por investir mais na sugestão do que propriamente no sentido. O Padre Tolentino tem um ministério da amizade (patente no último e excelente “Nenhum caminho será longo”) que não se faz nos sulcos protestantes do confronto mas nos atalhos inesperados da empatia. O Padre Tolentino serve para mim como um contra-ponto ao feitio evangélico, sempre pronto para a tareia. A minha escrita nunca será convidativa como a do Padre Tolentino mas ando a tentar».
Tiago Cavaco

«O livro de José Tolentino Mendonça começa como uma espécie de regato silencioso. Dá a impressão que quase se pede desculpa por voltar ao tema da amizade. Mas, as páginas somam-se e as margens vão-se alargando. E o caudal revela toda a sua riqueza, toda a sua densidade, inicialmente insuspeitável.»
Francisco Martins, sj

«É, como as ilhas, um homem com uma tumultuosa vida dentro de si. Por vezes fecha os olhos quando fala. Quase sempre diz coisas assombrosas. Dirige-se aos não crentes.
José Tolentino Mendonça acabou de lançar um livro que pretende «recolocar a amizade como um problema teológico e político», Nenhum Caminho Será Longo».
Anabela Mota Ribeiro, in Domingo

«Gostei do livro, da sua estruturação em curtos subcapítulos. Inclusive da sua textura, do formato, do tipo de letra, do papel!… Um daqueles livros físicos que nos faz pensar quanto é penoso imaginar que, daqui a uns tempos quiçá, só haverá livros digitais!...»

«Alimentava-me eu, desde há mais de 30 anos, em textos de pensadores como os irlandeses Joseph Murphy e Emmet Fox ou o americano Merlin R. Carothers, meus livros de cabeceira. E tenho agora, em português, quem vai no mesmo sentido de nos mostrar que… vale a pena viver!»
José d’Encarnação, Professor Universitário


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