Louvado sejas

Carta Encíclica Laudato si’ – sobre o cuidado da casa comum


Louvado sejas

Louvado sejas

Carta Encíclica Laudato si’ – sobre o cuidado da casa comum
  • Encadernação: Capa Mole
  • Edição: 2
  • Ano: 2015
  • Editora: Paulinas
  • ISBN: 978-989-673-468-8
  • Código de barras: 5603658177305
  • Páginas: 168
  • Peso (gr.): 240
  • Formato (cm.): 14 x 21 x 1
  • Autor/es:

PREÇO

5,00
Disponível  


Sinopse

A nova encíclica de Francisco, inspirando-se no Cântico das criaturas de São Francisco de Assis (Laudato si’, mi’ Signore), é um urgente apelo à preservação da Terra e da vida, através da qual a Igreja procura também influenciar os trabalhos da próxima Conferência de Paris sobre o Clima (7-8 de dezembro de 2015). Num ano crucial para decisões sobre o meio ambiente, portanto, o Papa consagra, pela primeira vez, uma encíclica às questões ambientais, reconhecendo que o tema ecológico é um importantíssimo desafio para a humanidade.

Críticas de Imprensa:
«Temos uma bomba, que é a última encíclica do papa Francisco, ecológico que pôs muitos empresários de cabelos em pé, chamado “Louvado sejas”, na linha de aquilo que se esperava desde o primeiro momento do seu pontificado.»
Marcelo Rebelo de Sousa, in TVI

«Esta encíclica deve ser lida e meditada por todas as pessoas de boa-fé que querem modificar o seu comportamento e atitude perante a Terra para melhor e não continuar a colocá-la num perigoso risco real.
A situação atual é inaceitável e aqueles que têm responsabilidades políticas têm o dever de trabalhar para a mudança do atual estado de coisas. O Papa Francisco convocou o mundo para uma verdadeira revolução cultural.»
Mário Soares, in Diário de Notícias

«Esta encíclica é uma exortação contra a indiferença. Um belo texto de desassossego. Uma reflexão de holística sensibilidade. Um grito contra o egoísmo geracional. O pleno reconhecimento da interdependência económica, social e ambiental do homem e da natureza. Um marco contra a indigência moral, que se alimenta da falta de memória corroída pela primazia do presentismo, da impunidade e da “cultura do descarte”. Francisco assinala, sobretudo, as preocupações nos domínios da biodiversidade, da água, da poluição e das mudanças climáticas, da deterioração da qualidade da vida humana e da degradação social, da desigualdade planetária e do que chama “a fraqueza das reacções perante os gemidos da irmã Terra”
António Bagão Félix, in Público

«A tentação, na receção deste texto tão provocador e contracorrente do Papa atual, é pensar que ele estabelece uma descontinuidade quanto à forma, mas, no fundo, uma continuidade quanto ao conteúdo, sublinhando apenas intenções ecológicas genéricas que trazemos já no ouvido. Não falta quem pense que uma encíclica é um género literário pontifício que serve para apaziguar as almas e basta. Contra essa moleza há que falar deste grande texto religioso e político como um manual do desassossego.»
José Tolentino Mendonça, in A Revista do Expresso

«Era a encíclica que faltava para a Igreja Católica ocupar o seu espaço-tempo na contemporaneidade de forma mais interveniente e efectiva. É uma encíclica que deve ser lida com muita atenção. É um documento com muitos registos, com um texto directo, secundário e terciário. É um documento que vai ser lido pelo cristão comum e pelo cidadão interessado no seu tempo, independentemente da sua convicção religiosa. Vai ser lido também nas academias, pela sua riqueza de pensamento.»
Viriato Soromenho-Marques, in Rádio Renascença

«Trata-se na verdade de uma Carta exemplar, que merece de todos profunda meditação e a mais corajosa e urgente aplicação!»
Eduardo Ferraz da Rosa, in RTP

«A Laudato Si’ é, talvez, o acto número um de um apelo para uma nova civilização»
Edgar Morin, in La Croix (diário francês)

«Dizem que o Papa Francisco não é um homem apressado, mas tem muita pressa. Tentarei compreender porquê. Para já, quero manifestar a alegria que vivi na leitura da primeira Encíclica de um Bispo de Roma, dirigida a cada pessoa que habita este planeta a reconhecer, a respeitar e a cuidar. Ele é a nossa própria casa. A humanidade não pode continuar a envenenar o seu próprio futuro.
É um rio de muitos afluentes. Pelo horizonte, pelo conteúdo e pelo estilo é justo chamar a este texto a Carta Magna da ecologia integral.»
Frei Bento Domingues, in Público

«… corajosa, profética, desafiadora, holística, maravilhosa.»
Tony Magliano, in National Catholic Reporter

«Não se apagaram da nossa memória as palavras do Papa Francisco quando iniciou o pontificado, salientando a sua vocação de guardião não apenas dos cristãos mas da humanidade. Essa tarefa «diz respeito a todos: é a de guardar a criação inteira, a beleza da criação, como se diz no livro do Génesis e (…) mostrou S. Francisco de Assis: é ter respeito por toda a criatura de Deus e pelo ambiente». Acaba de ser publicada a nova encíclica do Papa, «Laudato Si’», sobre questões ambientais e o cuidado da casa comum e o tema não poderia ser mais atual, referindo-se à desigualdade no acesso e na distribuição de recursos e à sobre-exploração da natureza. «A Terra não é um legado dos nossos pais, mas um empréstimo dos nossos filhos». Assim, se há questão fundamental que deva ser aprofundada nos dias de hoje, perante os efeitos da crise económica e financeira, é o da escassez de recursos naturais disponíveis e o da responsabilidade comum da humanidade em face da sua utilização. É preciso uma revolução ética e económica contra a mudança climática e a crescente desigualdade.»
Guilherme d'Oliveira Martins, in CNC

"Admiro profundamente a decisão do papa de pedir ação contra as alterações climáticas de maneira clara, forte e com toda a autoridade moral que a sua posição lhe confere"
Barack Obama, Presidente norte-americano, in Diário Digital com Lusa

«… uma convocação mundial a um sobressalto. Só o tempo dirá o real impacto que pode ter ao nível planetário, das religiões, das culturas, da política internacional e local, da natureza e do ambiente, das sociedades, dos modelos educativos, dos estilos de vida, das consciências pessoais e do modo como habitamos a casa cósmica comum»
Isabel Varanda, in Semanário Ecclesia

«Penso que o Papa considerou muito bem todas as componentes e fez um apelo claro para que os líderes de opinião se concentrem nos problemas naturais que são base de toda a vida humana e da qualidade de vida na terra.»
Ângela Morgado, diretora do “World Wild Fund for Nature”, in Agência Ecclesia

«Esta encíclica é uma proposta de conversão ecológica para crentes e não crentes que queiram ouvir.»
D. Manuel Clemente, Cardeal-Patriarca de Lisboa

«Papa Francisco, Louvado Sejas. Carta Encíclica Laudato si’ – sobre o cuidado da casa comum, Paulinas Editora. A segunda encíclica do atual Papa é um extraordinário ensaio sobre a atenção que devemos à nossa casa comum, o planeta Terra. Não é só a ecologia, mas também a economia que nos deve preocupar.»
Carlos Filhais, in Público

«Depois de alicerçar a encíclica nos escritos dos papas seus antecessores, é também interessante e original a forma como Francisco recorre a outras fontes, de dentro e de fora da Igreja, citando profusamente o patriarca ortodoxo: «o amado Patriarca Ecuménico Bartolomeu, com quem partilhamos a esperança da plena comunhão eclesial».
A primeira preocupação do Papa é fundamentar todas as recomendações, toda a ecologia política, económica e social em Deus omnipotente e criador e nos princípios e dogmas da Sua Igreja, mas a mensagem é para todos: o crescimento económico e a exploração da Terra e dos recursos da biosfera não pode ser um fim em si.»
Jaime Nogueira Pinto, in SOL

«O que será que esta extraordinária encíclica traz até nós? Acima de tudo põe-nos a pensar com limpidez desarmante em assuntos complexos e tensos, trazendo uma nova esperança.»
Luísa Schmidt, in Expresso

«Laudato Si (Louvado sejas). Sobre o Cuidado da Casa Comum», é assim que se chama a primeira Encíclica exclusivamente escrita pelo Papa Francisco. Mais, uma vez, Jorge Bergoglio consegue surpreender o mundo com o primeiro texto apostólico totalmente dedicado à Ecologia. Mas, desenganem-se os que pensam que o Papa mudou o alvo dos seus interesses. Neste texto, como em todas as intervenções de Francisco, são os pobres que continuam no centro do seu discurso. Eles e o poder económico e financeira que, de novo, é fonte de todas as críticas.»
Rosa Pedroso Lima, in Expresso


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