Que nada se sabe

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Ainda que a atividade poética do autor tenha começado lá longe, pelos anos de Estrasburgo, por onde se formou, em 1989, distendendo-se, depois, por outros espaços da França das migrações, que habitou e por onde ordenou o seu ministério de pregador, ela está assente, tem as suas raízes na Gouveia natal que evoca, frequentemente. A génese deste Que nada se sabe surgiu da meditação sobre a temporalidade, especialmente neste 2020, cuja memória indelevel se perpetuará. Mas a continente e substante manação poética está sobremaneira caracterizada pelo seu prefaciador, o poeta Miguel Real: «É uma poesia delicada, lírica, por vezes doce, expressão do deleite, outras amarga, expressão de angústia, tecida de palavras suaves, mesmo quando exprimem algum infortúnio, habitados por uma cólera impaciente. Muitos dos poemas dialogam com um «tu» que, não raro, deve ser entendido como o «eu» do próprio poeta, um diálogo interior à sua consciência, mesmo quando se refere a objetos concretos.»

Peso 440 g
Dimensões (C x L x A) 13 × 1.8 × 21 cm
Ano

2020

Edição

1

Encadernação

Capa Mole

ISBN

978-989-673-747-4

Páginas

384

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